Amazônia entre ensaios 3

Amazônia entre ensaios 3

REF: 9788578034733
R$ 30,00Preço

De Luís Heleno Montoril del Castilo, Ilton Ribeiro dos Santos, Paulo Maués Corrêa e Sheila Maués Autiello (orgs.)

 

O Grupo de Pesquisa Makunaíma (CNPq) traz ao público este terceiro livro da série Amazônia entre Ensaios, composto de cinco trabalhos oriundos das investigações de parte de seus pesquisadores e em que a literatura relativa à Amazônia é interpretada por seu movimento multiarticulado.

 

Álvaro Jardel C. Santos de Oliveira, em seu texto A Legião Estrangeira: Testemunhar e Narrar a Libertação, acompanha uma dessas articulações ao trazer a leitura comparada de Sylvia Aranha de Oliveira Ribeiro e Maria Valéria Rezende sob a perspectiva de uma escrita de testemunho das escritoras decorrida da experiência estrangeira das mesmas em uma comunidade de destino, qual seja, a Amazônia e o sertão nordestino.

 

Benilton Cruz, em Cobra Norato: iniciação do herói na floresta do sem-fim, revisita o tema dos mitos amazônicos no Modernismo brasileiro para chamar atenção à articulação entre literatura, geografia e mitologia na construção do poema Cobra Norato, de Raul Bopp, tomando como móvel dessa articulação o rito de passagem do herói na floresta do sem-fim.

 

Luís Heleno Montoril del Castilo também visita o Modernismo brasileiro para delinear o traço modernista de Belém e Manaus articulado à década de 1920. Principalmente, procura narrar a cena cultural dessas duas cidades amazônicas pela sua atividade literária.

 

Rodrigo de Souza Wanzeler, em A Poética da Cultura: Bruno de Menezes folclorista, apresenta parte da gênese etnográfica de um dos maiores expoentes do Modernismo brasileiro, chamando atenção para a pertinência do folclore como elemento instaurador de renovação da cultura de um lugar e assimilado pelo escritor Bruno de Menezes como ativismo afirmador de identidade e forma de arte e literatura.

 

Em Os Chamados do Tigre: a poesia como êxtase xamânico em Max Martins, Sheila Maués Autiello finaliza a coletânea com um texto que arremata bem a múltipla articulação de Makunaíma como Grupo de Pesquisa, a relação entre xamanismo e poesia em Max Martins.

 

Nesse texto, o primitivismo, o animal, o experimentalismo e o êxtase de Max Martins encerram o livro saltando-o para fora, como desejo de mais pesquisa e investigação que resultem em novas injunções...

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